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Beautiful view of Conceicao and Middle Beaches with Peak Hill (M

Fernando de Noronha adota energia solar como estratégia para zerar emissões de carbono e se tornar um cartão postal da sustentabilidade

Fernando de Noronha adota energia solar como estratégia para zerar emissões de carbono e se tornar um cartão postal da sustentabilidade

Fernando de Noronha, um dos mais belos destinos turísticos do Brasil, caminha para se transformar num cartão-postal da sustentabilidade. Dentre as várias ações previstas para que o paraíso de 26 km² zere as emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) está a adoção em larga escada da energia solar. 

E uma das estratégias para zerar as emissões em Noronha é incentivar a migração dos estabelecimentos do setor hoteleiro para fontes de energia sustentáveis e renováveis, como é o caso da geração fotovoltaica. A parceria entre a Insole e o Banco Santander amplia os esforços para que dezenas de pousadas do arquipélago adquiram suas usinas e contribuam para que esse objetivo seja alcançado. 

“Hoje estamos gerando 100% da energia usada na pousada, de forma limpa e renovável. E já estamos conseguimos economizar dinheiro, reduzindo em 70% os nossos custos com energia. Isso demonstra que, quando a gente tem vontade de fazer e ótimos parceiros, a exemplo desta parceria entre a Insole e o banco Santander, conseguimos bons resultados que ajudam o nosso negócio, o nosso entorno e, por que não, o planeta”, conta Adriana Flor, da Pousada Mar Aberto.    

Enquanto a Insole fica responsável pelas avaliações técnicas e pela concepção dos projetos, o Santander participa por meio do financiamento para compra dos equipamentos. Os primeiros contratos foram assinados no primeiro semestre deste ano e o projeto segue em curso, com diversos interessados em fase de negociação. Entre em contato conosco para saber mais detalhes!  

Pousada Mar Aberto, em Fernando de Noronha. Foto: divulgação.

 

Recorde de Turistas  

 

Localizada a 545 km da costa pernambucana, Fernando de Noronha reúne cerca de 200 pousadas, sendo 86 filiadas à Associação de Pousadeiros, uma das entidades que participam das tratativas com a Insole e o Santander. Em 2021, o arquipélago recebeu um número recorde de turistas: 114 mil pessoas, a maioria vinda de São Paulo (27 mil). 

A partir desses números, é possível perceber o impacto positivo que a migração para a energia solar significará para as metas sustentáveis do arquipélago.  

Hoje, a principal fonte usada para gerar eletricidade na ilha é o óleo. Os geradores, usados também no abastecimento das pousadas, consomem cerca de 450 mil litros de óleo por mês. 

Analisando-se o consumo total de energia no arquipélago, apenas 10% são provenientes de fontes limpas e renováveis. 

 

Programa Carbono Zero 

 

Fernando de Noronha é palco do projeto Noronha Carbono Zero, capitaneado pelo governo de Pernambuco e que objetiva fazer com que a ilha fique livre de emissões de GEE, responsáveis pelo aquecimento global. 

O projeto, lançado em 2013, já tem algumas medidas em vigor. Um decreto-lei publicado em 2018 regulamentou a entrada, permanência e saída de veículos elétricos na ilha e estabeleceu os critérios de compra e uso dentro do território de Noronha.  

De acordo com o decreto, a partir de 10 de agosto de 2022 estará proibida a entrada de veículos à combustão em Noronha.  

A última etapa está prevista para entrar em vigor a partir de 10 de agosto de 2030, quando será proibida a circulação e permanência de todos os veículos movidos a gasolina, álcool e óleo diesel, com exceção de embarcações, aeronaves, tratores e outros destinados a puxar ou arrastar maquinaria, executar trabalhos de construção ou de pavimentação, serviços portuários e aeroportuários. 

 

Saiba mais sobre Fernando de Noronha 

 

Fernando de Noronha é um arquipélago brasileiro localizado em Pernambuco e formado por 21 ilhas, ilhotas e rochedos de origem vulcânica, ocupa uma área total de 26 km². Apenas a ilha principal – a que recebe o nome Fernando de Noronha – é habitada. 

Avistada pelos europeus entre 1500 e 1502, Fernando de Noronha tem um histórico de invasões de ingleses, franceses e holandeses, entre os séculos 16 e 17. Em 24 de setembro de 1700, o arquipélago tornou-se dependência de Pernambuco, capitania com a qual já tinha uma ligação histórica. 

Em Noronha estão sítios históricos, como a Vila dos Remédios, centro comercial da localidade, a Vila da Quixaba, as ruínas dos Fortes de São Pedro do Boldró, de Sto. Antonio, de N.Sª da Conceição e Parque de Sant’Ana. A administração do Parque Nacional está a cargo do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). 

O acesso à ilha é feito por via aérea ou marítima. São dois voos diários partindo de Recife e dois de Natal. Para chegar pelo mar, há opção é embarcar em dos navios de cruzeiro que visitam Noronha de outubro a fevereiro. 

 

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